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domingo, 4 de junho de 2017

Cronovisor - A incrível máquina do tempo do Vaticano



Com 2000 anos de História, o Vaticano é um imenso arquivo vivo, cheio de surpresas por descobrir. Por detrás daqueles portões ainda existem muitos segredos e que muitos deles, quiçá até todos, jamais saberemos. A revelação bombástica da vez não está ganhando destaque talvez por contrariar certas linhas editoriais – mas é tão importante quanto inusitada e significativa. O Vaticano desenvolveu e conserva uma máquina do tempo.








A notícia veio a público através da revista semanal italiana La Domenica del Corriere em maio de 1972 quando publicou e afirmou ser real a imagem da face de Jesus Cristo agoniando na cruz. Mas como isso poderia ter sido possível? Simples.



Cronovisor (do grego Χρόνος, que significa ‘tempo’; visor, 'reprodutor visual') é um equipamento de existência duvidosa, uma espécie de máquina do tempo, ou, melhor dizendo, um aparelho capaz de captar ondas quânticas do passado, que permaneceriam no universo. Foi construído na segunda metade do século passado.



Segundo o palestrante Clóvis Nunes , o padre italiano Pellegrino Alfredo Maria Ernetti, um de seus criadores, dentre os titãs da Física que o conceberam, disse que teria sido desmontado, por questões políticas, econômicas e teológicas óbvias, e seus componentes estariam agora em uma sala secreta do Vaticano.
O cronovisor é composto por um tubo visualizador/projetor de três dimensões, uma antena composta de uma liga de metais de todos os tipos e um seletor que funciona na velocidade da luz.
O padre relata em seu livro que viu/ouviu em três dimensões vários acontecimentos históricos importantes do passado, tais como a apresentação de uma tragédia perdida, Tiestes, do pai da poesia latina, Quinto Ênio, na Roma de 169 a.C.
Disse também ter visto a morte do próprio Jesus Cristo na cruz.
A psicometria, fenômeno bem conhecido dos espíritas, serviria como base para a hipótese inicial da construção do Cronovisor.

"Esta Máquina pode provocar uma tragedia universal. Remove a liberdade de expressão, e de ação e de pensamento. Pode-se saber por meio dessa máquina o que o vizinho e o adversário pensa e as consequências seriam duas:  a auto-destruição da humanidade ou uma coisa mais difícil: o nascimento de uma nova moral."