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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Lendas - Reis Dragões


O Rei Dragão, também conhecido como o Deus do dragão, é um chinês de água e deus do tempo.
Ele é considerado como o dispensador de chuva, bem como a representação do zoomorphic Yang poder masculino de geração. Ele é a personificação coletiva do antigo conceito do lóng na cultura chinesa. Ele pode tomar uma variedade de formas, as mais importantes sendo a cosmológica Sìhǎi Longwang (四海龍王"Dragão Reis dos Quatro Mares") , que com a adição do Dragão Amarelo (黃龍Huanglong) de Xuanyuan, representam o lacrimejantes e ctônicos forças presidida pelos cinco formas de a mais alta divindade (五方上帝Wǔfāng Shangdi), ou sua encarnação zoomórficas.
Um de seus epítetos é Rei Dragão de Poços e Primaveras.

Além de ser uma divindade da água, o Deus do dragão com frequência também serve como um territorial divindade tutelar, de forma semelhante ao Tudigong e Houtu.


Dragão Amarelo:


O Dragão Amarelo (黃龍Huanglong não) não tem um corpo precisa de água da qual ele é o patrono.
No entanto, como a encarnação zoomórficas da Divindade amarelo com quatro caras ele representa a metafísica fonte do universo.

Reis Dragão dos quatro mares:


Cada um dos quatro Reis Dragões dos Quatro Mares (四海龍王Sìhǎi Longwang) está associada a uma cor e um corpo de água que corresponde a um dos quatro pontos cardeais e os limites naturais da China: do Mar do Leste (correspondente a o Mar do Leste da China), o Mar do Sul (correspondente ao Mar da China do Sul), o Mar Ocidental (Qinghai Lake), e no Mar do Norte (Lago Baikal).
Eles aparecem nos romances clássicos como A investidura dos deuses e Journey to the West.
Cada um deles tem um nome próprio, e eles compartilham o sobrenome Ao (敖, que significa "tocar" ou "orgulhoso").

Azure Dragão:


O Azure Dragão ou Blue-Green Dragon (青龍Qinglong) ou Green Dragon (蒼龍Canglong), é o Deus do dragão do oriente, e da essência da primavera.
Seu nome próprio é Ao Guang (敖廣), e ele é o patrono do Mar da China Oriental.

Dragão Vermelho:


O Dragão Vermelho (赤龍Chìlóng ou朱龍Zhulong - lit. "Cinnabar Dragon", "Vermilion Dragon") é o Deus do dragão do sul e da essência do verão.
Ele é o patrono do Mar do Sul da China e seu nome próprio é Ao Qin (敖欽)

Dragão Branco:


O Dragão Branco (白龍Bailong ) é o Deus Dragão do oeste e a essência do outono.
Seus nomes próprios são Ao Run (敖閏), Ao junho (敖君) ou Ao Ji (敖吉).
Ele é o patrono do Lago Qinghai.

Dragão Negro:


O Dragão Negro (黑龍Heilong ), também chamado de "Dark Dragon" ou "Dragon Misteriosa" (玄龍Xuánlóng), é o Deus do dragão do norte e a essência do inverno.
Seus nomes próprios são Ao Shun (敖順) ou Ao Ming (敖明), e seu corpo de água é o Lago Baikal.

Adoração ao Deus Dragão:

A adoração do Deus Dragão é celebrada em toda a China com sacrifícios e procissões durante a quinta e sexta luas, e especialmente na data de seu aniversário, o décimo terceiro dia da sexta lua.
Um movimento religioso popular de associações de boa-fazendo na moderna Hebei é essencialmente dedicado a um deus dragão genérico cujo ícone é um tablet com seu nome inscrito, para o qual foi nomeado o "movimento do Dragão Tablet".

domingo, 29 de janeiro de 2017

Em tempos de "Nudes" quem ganha são os cirurgiões plasticos


A autoestima feminina nunca esteve tão em xeque. Com a superexposição fomentada pelas redes sociais, todo o meio é caminho de ir e vir em uma grande feira de vaidades. Para além de sites de compartilhamento de imagens, como o Instagram e Snapchat, despontam também outras formas de trazer a intimidade a público – ainda que bem seleto.

Provavelmente, você já ouviu a expressão “mandar um nude”. Em português claro, trata-se de enviar fotos trajando nada ou quase nada. A prática está cada dia mais popularizada. Segundo uma pesquisa da CONECTAi Express, 47% dos internautas brasileiros já receberam fotos íntimas e 21% compartilharam o que receberam. Os homens receberam em proporção maior do que as mulheres: 55% X 38%.

SUPEREXPOSIÇÃO X AUTOESTIMA

A experiência, é claro, pode ser divertida e muito excitante, entretanto não se pode dizer que todas as mulheres saem ilesas desse hábito. Tanto o descobrimento do próprio corpo quanto as comparações com outros corpos geram insegurança – especialmente porque as mulheres não têm conhecimento sobre si (e não são incentivadas a isso).

“Com essa onda de sexo virtual e selfies íntimos, as mulheres ficaram preocupadas com a aparência íntima, principalmente aquelas que já tinham alguma queixa”, associa a dermatologista Marcia Linhares.

As alternativas para solucionar o incômodo vão desde procedimentos não-invasivos até cirurgias com incisões precisas. Há casos em que a ideia é aliviar qualquer possível desconforto físico, mas o fator estético pesa na balança. O surpreendente nisso é o aumento expressivo da estatística de mulheres em busca dessas intervenções.

CIRURGIA ÍNTIMA E PROCEDIMENTOS ESTÉTICOS


O Brasil foi o segundo país com o maior número de cirurgias plásticas realizadas em 2014, perdendo apenas para os Estados Unidos, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica. Foram 2.058.505 procedimentos registrados.

Entre os 19 tipos catalogados, está o rejuvenecimento vaginal. “Em torno de 95% das pacientes procuram por desconforto e constrangimento”, afirma o cirurgião plástico André Colaneri, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Isso demonstra que cada vez mais as nossas conterrâneas têm se mostrado insatisfeitas com a estética de região íntima a ponto de recorrerem a procedimentos cirúrgicos para remodelá-la.

Ele também conta que diversos processos simples, realizados por bons especialistas, surtem efeitos positivos e têm uma recuperação satisfatória; como é o caso da diminuição dos pequenos lábios. Muitas pacientes se incomodam que eles ultrapassem os grandes lábios, embora não se trate de uma anormalidade funcional. “O procedimento é rápido. Tenho casos de pacientes que são operadas na sexta-feira e já conseguem voltar ao trabalho depois do final de semana. O importante é evitar atividades físicas e práticas sexuais por cerca de um mês”, explica o médico.

Também é possível reduzir o Monte de Vênus, a parte externa superior da vagina, através de uma lipoaspiração, que dura cerca de uma hora; e preencher os lábios exteriores, a fim de diminuir a flacidez e reduzir o excesso de pele da região.

No consultório do dermatologista também é possível remodelar a região íntima. A doutora Marcia Linhares explica que já existem recursos capazes de devolver a pigmentação, a firmeza e até as proporções originais da genitália, características que sofrem alterações durante o envelhecimento.

“O laser íntimo, por exemplo, é uma ferramenta eficiente e versátil para o tratamento do canal vaginal. Ele libera energia a fim de aumentar a temperatura da mucosa intravaginal, bem como a da musculatura relacionada. Como resultado, um novo colágeno será formado e o tônus da região será incrementado. Esse procedimento melhora os sintomas do ressecamento vaginal, que pode vir com a menopausa, e fortalece a região, diminuindo a dor durante o ato sexual e aumentando o prazer”, esclarece a especialista.

ESTOU PENSANDO EM FAZER. E AGORA?

Para o ginecologista Ricardo Luba, membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, o ideal é tirar todas as dúvidas com seu médico e, se possível, buscar uma segunda opinião antes de apelar para qualquer tratamento. “Conheço mulheres de 45, 50 anos que não conhecem bem o próprio corpo. Muitas vezes, as pacientes desistem por causa de uma simples orientação adequada. Alguém que diga: ‘não se preocupe, isso é normal'”, explica.

Além disso, pede para que estejamos atentas aos perigos envolvidos. “Exatamente pelos riscos, nem sempre o indicado é mexer. Tenha calma, veja o quanto isso traz de sofrimento e impacto na autoestima. Se fará bem, procure ajuda, mas se não causa problemas, por que mudar?”, argumenta. “O corpo humano é cheio de ‘imperfeições’ e é perfeito justamente por causa disso”, finaliza o médico.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Lendas - O Golem de Praga


Golem - é um ser artificial mítico, associado à tradição mística do judaísmo, particularmente à cabala, que pode ser trazido à vida através de um processo mágico.
O golem é uma possível inspiração para outros seres criados artificialmente, tal como o homunculus na alquimia e do romance moderno Frankenstein, obra de Mary Shelley.
No folclore judaico, o golem (גולם) é um ser animado que é feito de material inanimado, muitas vezes visto como um gigante de pedra. No hebraico moderno a palavra golem significa "tolo", "imbecil", ou "estúpido". O nome é uma derivação da palavra gelem (גלם), que significa "matéria-prima".

Na tradição judaica, o Golem é geralmente conhecido por ser uma criatura artificial criada por artes mágicas, que serve o seu criador. A palavra “golem” aparece apenas uma vez na Bíblia (Salmo 139:16), que em hebraico se traduz por “massa sem forma”. O Talmude usa a palavra com o significado de “informe” ou “imperfeito”, e de acordo com a interpretação talmúdica, Adão é chamado “golem”, significando “corpo sem alma”, nas primeiras doze horas de vida. Alguns místicos acreditam que a criação do Golem é tão só simbólica, como uma experiência espiritual que se segue a um ritual religioso.

No folclore askhenazi hassídico, o Golem teria sido criado para cumprir tarefas difíceis, designadas pelos seus criadores. A história mais conhecida do Golem, está relacionada com o Rabi Judah Loew ben Bezalel, o Maharal de Praga (1513-1609). Diz a lenda que ele criou o Golem para proteger a comunidade judaica de Praga do “Libelo de Sangue”, (crendice antissemita, segundo a qual a matzá era confecionada com o sangue de uma criança cristã) e também para realizar trabalho braçal, de forma aliviar a vida das pessoas mais necessitadas.
Certas fontes afiançam que muito embora o Golem tenha sido criado fisicamente, seria necessário escrever-lhe na testa as letras aleph, mem, tav, que formam a palavra emet – “verdade”, para que a criatura tivesse vida. Apagando a letra aleph, ficariam só as letras mem e tav, que é met – “morte”.


Outra versão conta que o Rabi Loew construiu um corpo humano com lama do rio Moldava (Vltava), animando-o de seguida com a sua ciência cabalística, e colocando-lhe um Chem (nome do Eterno) sob a língua. Às sextas-feiras, antes do cair da noite, o Rabi retirava o Chem que animava o seu Golem; ele tornava-se então num corpo inanimado até ao fim do Shabat, momento em que o cabalista lhe tornava a dar vida. Mas numa dada sexta-feira, graves preocupações fizeram com que o Grande Rebb Loew esquecesse a medida de prudência que habitualmente tomava; assim, apenas o ofício de Shabat tinha começado no templo, o terrível companheiro, como que transtornado e tomado de furor, pôs-se a fazer tremendas destruições à sua volta. Logo, o Rabi Loew fez interromper o serviço de Shabat e retirado o Chem da boca do Golem. Conta-se que no fim daquele Shabat o Rabi terá destruído o seu perigoso servidor, quebrando-o em mil pedaços, que ainda hoje se encontram no sótão da velha sinagoga Staronová.



Uma das histórias mais populares é a de Pearl (mulher do Rabi Loew), que tinha por hábito pedir ao Golem que fosse buscar água, isto apesar dos repetidos avisos do Maharal, para que não usasse o Golem como serviçal. A dada altura, Pearl ter-se-á esquecido de dar a ordem para o Golem parar, quase provocando uma inundação.
De uma forma geral, todas as versões apresentam um Golem que fica fora de controlo, tendo o Maharal de o transformar novamente em barro. Embora se trate de uma lenda, o Golem é lembrado como uma espécie de robot, o que não deixa de ser curioso, já que a palavra robot (que tem origem na palavra robota, que em checo significa trabalho) é uma criação do romancista checo Karel Čapek, numa peça de 1920, pioneira da ficção científica, intitulada R.U.R (Rossumovi Univerzální Roboti), que trata da criação artificial de seres humanos pela biotecnologia.


Atualmente, o Golem de Praga é uma presença marcante na cidade. Desde postais ilustrados, livros ou T-shirts, não há como evitar a criatura.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Criptozoologia - O Yehren


O Yehren (chinês: 野人, pinyin: yěrén, literalmente ‘Homem selvagem’), referido também como Yiren, Yeh Ren, Homem Selvagem Chinês (chinês: 神农架野人, pinyin: Shénnóngjiàyěrén, literalmente ‘O Homem Selvagem de Shennongjia’) ou Homem-Macaco (chinês: 人熊, pinyin: Ren Xiong, literalmente ‘Homem Urso’), é uma antiquíssima criatura lendária da China central e do sul.

Em torno do século III a.C. o poeta Qu Yuan teria escrito um poema sobre o "monstro das montanhas".
Gigante e peluda, sua pelagem seria marrom ou vermelha.
Ao contrário do Yeti, não há nenhuma suposta fotografia do Yeren, embora muitas de suas pegadas tenham sido registradas.

Além dos muitos relatos, alguns dos quais incríveis, incluindo o do biólogo Wang Tseling, que em 1940 conta ter examinado um Yehren fêmea morto a tiros pelos locais; ou o de que soldados chineses no Himalaia teriam comido a carne de um Yeti em 1962, a primeira evidência física relevante do Yehren chinês foi analisada em 1980.


Em 1957 aldeões da montanha Jiolong teriam matado um "homem-urso" e um professor de biologia local conservou suas extremidades.

O exame por Zhou Guoxing das mãos e pés preservados apontou que pertenceriam a um macaco, embora enorme e possivelmente de um "primata desconhecido", apesar de não ser compatível com uma criatura de dois metros de altura.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Há esperança para o ser humano? Veja que sim!

Nem todos os humanos são maus, não é por causa de seis laranjas podres você irá sacrificar a plantação inteira...