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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

O monstro do lago Tianchi

O monstro do lago Tianchi é o nome dado ao que se diz ser um monstro do lago que vive no Heaven Lake (conhecido como Cheonjiem coreano) localizado no pico da montanha Baekdu nas cordilheiras Baekdudaegan e Changbai abrangendo a província de Jilin da China e a província de Ryanggang da Coréia do Norte.
De acordo com Beijing Youth Daily, cerca de 20 monstros foram relatados, no entanto "os cientistas são céticos de que qualquer grande criatura poderia sobreviver no lago devido à sua história recente de atividade vulcânica" e os céticos dizem:

"É tudo na imaginação, ou apenas uma pedra vulcânica flutuante."


Avisos:
 O primeiro relato de avistamento foi em 1903.
Foi alegado que uma grande criatura parecida com um búfalo atacou três pessoas, mas foi baleada seis vezes.
O monstro então recuou debaixo da água.
Em 21 a 23 de agosto de 1962, uma pessoa usando um telescópio viu que dois dos monstros perseguiam-se na água.
Mais de uma centena de pessoas relataram os avistamentos.
Relatórios mais recentes descrevem o monstro como tendo uma cabeça humana semelhante a um pescoço de 1,5mt. 
Diz-se que tem um anel branco ao redor do fundo do pescoço e o resto da pele é cinza e suave.
Em 2007, Zhuo Yongsheng, repórter da televisão chinesa, disse que filmou um filme de 20 minutos de seis criaturas não identificadas no lago vulcânico em 6 de setembro.
Mais tarde, ele enviou fotos para o escritório provincial da Xinhua em Jilin.
De acordo com um relatório de notícias, um deles mostrou os seis "Nessies" nadando em paralelo em três pares. 
Outro deles apresentou os animais mais próximos, deixando ondulações circulares na superfície do lago.
Zhuo disse que tinha visto as seis criaturas com patas parecidas e nadadeiras nadando no lago por uma hora e meia antes de desaparecer por volta das 7:00 da manhã.
"Eles podiam nadar tão rápido quanto os iates e, às vezes, todos desapareceriam na água.
Era impressionante vê-los girando ao mesmo ritmo, como se alguém estivesse dando ordens", disse ele. 
"Suas barbatanas - ou talvez asas - eram mais longas do que seus corpos".

Cultura Popular:

O álbum de The Mountain Goats 2008, Heretic Pride apresenta a música "Tianchi Lake" sobre o monstro: "Backstroking na superfície, luar no rosto / flutua o monstro Tianchi, olhando para o espaço".


segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Natal - Adoração ao Deus Sol

Ao contrário do que muitos pensam o natal não é uma festa cristã.
A prática de festejar o natal foi introduzida na igreja em fins do século IV. 
A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.

O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a saturnália e o solstício de inverno, em adoração ao deus-sol, o sol invictus.
O deus-sol é muito provavelmente, uma indicação de Ninrode mencionado em Gênesis 10:8-10.
Este festival de inverno era chamado a natividade do sol. 
A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.

Saturnália é referente à saturnal, do latim saturnale, indica o deus saturno ou as festas em sua honra.

Solstício vem do latim solstitiu.
Época em que o sol passa pela sua maior declinação boreal ou austral, e durante a qual cessa de afastar-se do equador.
Os solstícios situam-se, respectivamente, nos dias 22 ou 23 de junho para a maior declinação boreal, e nos dias 22 ou 23 de dezembro para a maior declinação austral do sol.
No hemisfério sul, a primeira data se denomina solstício de inverno e a segunda solstício de verão; e, como as estações são opostas nos dois hemisférios, essas denominações invertem-se no hemisfério norte.

A prática de trocar presentes era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália.
Não há nada de errado em dar presentes.
Os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et.9:22).
Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos.

A árvore de natal também tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto.
O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz.
Entre os druidas o carvalho era sagrado.
Entre os egípcios era a palmera, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália.
O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado.
Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada a idolatria e a adoração falsa: Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e postes-ídolos no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes (I Rs.14:23). 
Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti (Dt.16:21). 
Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol. (WOODROW, Ralph. Babilônia A Religião dos Mistérios).
A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos.
Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol.
Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol.
O salmo 84:11 diz que Jesus é sol.
Mas este versículo não está dizendo que Jesus é o deus sol ou que o sol é um deus, mas que assim como o sol ilumina toda a humanidade, Jesus é a Luz que alumia todos os homens (Veja Lc.1:78,79 e Jo.1:9).

Na basílica dos apóstolos muitos cristãos, identificando Cristo com o deus-sol, viravam seus rostos para o oriente a fim de adorá-lo.
O próprio papa Leão I reprovou o ressurgimento desta prática, como já havia acontecido com o povo de Israel: “...e com os rostos para o oriente, adoravam o sol virados para o oriente” (Ez.8:16). 

É bom lembrarmos das advertências do profeta: Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile (Jr.10:3,4).
Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal.
O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da Igreja Católica Romana.
O presépio foi inserido por São Francisco.

Não devemos jamais nos esquecer a comemorar a ressurreição (vitória sobre a morte) e sua vinda (o resgate daqueles que crêem Nele) (1ª Co.11:25,26).
Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorem o nascimento de Cristo.
Talvez porque o nascimento de Cristo, por ser um fato histórico inegável, é aceito por todos os homens, mesmo pelos não cristãos.
Não é assim porém com relação a sua ressurreição.
Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição.
Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era “...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência...” (Hb.7:3).

Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal (Eu prefiro ficar com a minoria - Ex.23:2; Mt.7:13).

Vários fatores estão relacionados a essa oposição:

1) Uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um;
2) Uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história;
3) As associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs. 

Alguns protestantes, especialmente os de tradição calvinista (inclusive Calvino, Knox, os puritanos ingleses e norte-americanos e muitos presbiterianos) recusavam-se a celebrar o natal (OLIVER JR. O. G. Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã. Edições Vida Nova, 1990, v. III, p.9).

Árvores de natal, bolas, presépios, luzes, pisca-piscas e enfeites natalinos em geral, são coisas abomináveis que não devem entrar no santuário, onde os verdadeiros adoradores do Deus Vivo se encontram para adorá-lo.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. (Ap.2:29).


domingo, 24 de dezembro de 2017

10 comidas que não podem faltar na ceia de Natal

Segundo a literatura, a Ceia de Natal surgiu do antigo costume europeu de deixar as portas das casas abertas no dia de Natal para receber viajantes e peregrinos, e esses, juntamente com a família hospedeira, confraternizavam aquela data tão significativa para os cristãos.
Para essa comemoração não podia faltar muita comida, mesa farta. Essa tradição foi se espalhando pelo mundo e cada região acrescentando uma particularidade local, como, por exemplo, a adição do peru na ceia norte-americana, peculiaridade que logo passou a fazer parte dos costumes de outros países, como no Brasil.

Peru/Leitão: são carnes que estão mais presentes nessa época do ano e são servidas com acompanhamentos e bem decoradas.

Panetone: uma receita italiana que caiu no gosto mundial. O “Pão do Toni” com suas frutas cristalizadas ganhou variações com chocolate, sorvete e até panetones salgados.

Nozes e Castanhas: esse costume vem da Europa e da Ásia. São frutos colhidos no final do outono e começo do inverno. Aqui no Brasil, temos a castanha do pará, muito consumida em diversos tipos de pratos.

Frutas: além de ajudar na decoração da mesa, são extremamente nutritivas e saborosas. As frutas nessa época são melancia, morango, pêssego, ameixas, nectarinas e figos.

Rabanada: simples de fazer e de um sabor maravilhoso. Pão, leite e ovos são os principais ingredientes. Segundo a tradição espanhola, deve ser consumida com uma taça de vinho.

Salpicão: prato típico brasileiro. É uma mistura de ingredientes crus e cozidos. As receitas são bem variadas, mas a maioria delas terão a maionese, cenouras, batatas, pimentão de várias cores, carne de frango ou peru, salsão e pimenta, além de frutas como abacaxi, cereja, maçã verde e uva passa.

Vinho: bebida oficial para as celebrações cristãs, não poderia faltar no Natal.

Bacalhau: herança portuguesa, sempre acompanha batatas e muito azeite.


Arroz de Natal: O arroz é um acompanhamento que não pode faltar na ceia natalina. Geralmente ele é feito com uvas passas, mas existem outros tipos, tais como arroz à grega, arroz de forno, arroz com nozes, castanha e caju, etc.


Farofa: a farofa natalina pode ser variada e repleta de ingredientes, com farinha de mandioca, farinha de milho, pode ser frita na manteiga ou no azeite, com amêndoas, frutas secas, bacon, nozes, etc.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Mitologia - Pã

Pã (em gregoΠάνtransl.Pán), na mitologia grega, é o deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores.
Vive em grutas e vaga pelos vales e pelas montanhas, caçando ou dançando com as ninfas.
É representado com orelhas, chifres e pernas de bode, amante da música, traz sempre consigo uma flauta.
É temido por todos aqueles que necessitam atravessar as florestas à noite, pois as trevas e a solidão da travessia os predispunham a pavores súbitos, desprovidos de qualquer causa aparente e que são atribuídos a Pã; daí o termo "pânico".
 Pã apaixonou-se pela náiade Sírinx, que rejeitou com desdém o seu amor, recusando-se a aceitá-lo como seu amante pelo fato de ele não ser nem homem, nem bode. 
Pã então perseguiu-a, mas Siringe, ao chegar à margem do rio Ladon e vendo que já não tinha possibilidade de fuga, pediu às ninfas dos rios, as náiades, que mudassem a sua forma.
Estas, ouvindo as suas preces, atenderam ao seu pedido e a transformaram em caniço.
Quando Pã a alcançou e quis agarrá-la, não havia nada, exceto o caniço e o som que o ar produzia ao atravessá-lo. 
Ao ouvir aquele som, Pã ficou encantado e resolveu então juntar caniços de diferentes tamanhos, inventando um instrumento musical ao qual chamou Siringe, em honra à ninfa.
Esse instrumento musical é mais conhecido pelo nome de flauta de pã, em honra ao próprio deus.
Pã teria sido um dos filhos de Zeus com sua ama de leite, a cabra Amalteia.
Seu grande amor, no entanto foi Selene, a Lua.
Em uma versão egípcia, Pã estava com outros deuses nas margens do rio Nilo e surgiu Tifão, inimigo dos deuses.
O medo transformou cada um dos deuses em animais e Pã, assustado, mergulhou num rio e disfarçou assim metade de seu corpo, sobrando apenas à cabeça e a parte superior do corpo, que se assemelhava ao de um bode; a parte submersa adotou uma aparência aquática.
Zeus considerou este estratagema de Pã muito esperto e, como homenagem, transformou-o em uma constelação, a que seria Capricórnio.

Cultura Romana:

Os latinos chamavam-no também de Fauno e Silvano e tornou-se símbolo do mundo por ser associado à natureza e simbolizar o universo.
Em Roma era chamado de Lupércio, é o deus dos pastores e de seu festival, celebrado no aniversário da fundação de seu templo, denominado de Lupercália, nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro.
Pã é associado com a caverna onde Rômulo e Remo foram amamentados por uma loba.
Os sacerdotes que o cultuavam vestiam-se de pele de bode.
Nos últimos dias de Roma, os lobos ferozes vagavam próximos às casas.

Os romanos então convidavam Lupércio para manter os lobos afastados.


               Oração a Pã:

"Óh grande Deus Pã,
Animal e homem,
Pastor dos bodes,
Senhor da terra,
Eu o convido a comparecer a meus ritos,
Nesta noite mágica,
Deus do vinho,
Deus das vinhas,
Deus dos campos e Deus do gado,
Compareça a meu círculo com seu amor
E envie-me suas bençãos.
Ajuda-me a curar,
Ajuda-me a sentir,
Ajuda-me a promover 
o amor e o bem estar.
Deus das florestas,
Pã dos campos,
Esteja comigo enquanto houver Magia em meu ser!"

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Papai Noel Pedófilo?


O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V.
Encontra-se na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte:


São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos, falecido no dia 6 de dezembro de 342… A lenda de sua dádiva oferecida às escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…


Diz-se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal.
São Nicolau tinha o costume de dar presentes aos pobres e as crianças carentes, muitos ainda dizem que ele era pedófilo e dava presentes para subornar e calar os que sabiam de suas práticas abomináveis.
Daí a associação do Natal com “São Nicolau”, (Papai Noel) foi criado visando representa-lo, que sorrateiramente a ideia é fazê-lo substituir Papai do Céu.
Esse era um bispo católico que tinha uma tara por olhar meninas tomando banho, ele tinha um hábito que hoje se tornou comum entre os padres.
Ele gostava demais de ver as meninas se exibindo e até pagava uma soma de dinheiro para que as meninas se exibissem pra ele.
Quando alguém descobria, Nicolau para calar a boca das pessoas dava presentes e quantias em dinheiro.
Para que o catolicismo não caísse em total descrédito naquela região, então resolveram fantasiar um pouco mais sua história e transforma-lo definitivamente em um velhinho bonzinho.
Porém, os vitrais das catedrais antigas narram a história verdadeira, como por exemplo, o vitral da igreja católica de Notre Dame.
Existe até um termo popular utilizado até hoje Exame de papa nicolau, que não veio diretamente de “São Nicolau”, mas é ligado a ele.
Esse termo vem de Jorge Nicolas, um médico ginecologista grego muito famoso, e mais tarde fizeram uma associação entre ele e o bispo católico, por causa das mesmas práticas de tocar nas genitálias das moças e daí criaram o termo “papa nicolau”.

E assim, quando examinamos os fatos, ficamos surpreendidos ao saber que mais esta prática ritualística do Natal é na verdade uma prática pagã – um dos caminhos da babilônia que o mundo continua seguindo!

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Criptozoologia - Trunko

Trunko é o apelido de um globster supostamente avistado em Margate, África do Sul, em 25 de outubro de 1924, de acordo com um artigo intitulado "Fish Like A Polar Bear", publicado na edição de 27 de dezembro de 1924, do Daily Mail de Londres. 
Inicialmente, o animal foi visto pela costa lutando contra duas baleias assassinas, que lutaram contra a criatura incomum por três horas. 
Ele usou sua cauda para atacar as baleias e, segundo notícias, levantou-se da água por cerca de 20 pés. 
Uma das testemunhas, o agricultor sul-africano Hugh Ballance, descreveu o animal como um "urso polar gigante" devido ao que se pensava que era uma pele branca e densa.
A criatura provavelmente foi lavada em Margate Beach, mas apesar de estar lá por 10 dias, nenhum cientista já investigou a carcaça enquanto estava encalhado, então nenhuma descrição confiável foi publicada, e até setembro de 2010 presumiu que nenhuma fotografia tinha sido Publicados. 
Algumas pessoas que nunca foram identificadas relataram ter descrito o animal como possuindo peles brancas nevadas, um tronco elefantino, uma cauda semelhante a lagosta e uma carcaça sem sangue.
Comentando as fotos, o paleontólogo Darren Naish escreveu:
“Eles mostram que era a carcaça podre de um grande vertebrado, provavelmente uma baleia. 
A ideia de que este era realmente o corpo de um monstro marinho de troncos brancos e troncos provinha da ingenuidade sobre a aparência de carcaças de animais apodrecidas. 

[as fotos] são um pouco ambíguas, mas o enorme volume da carcaça, a grande quantidade do que parece colágeno desgastado, mal decaído e a presença do que parece ser uma estrutura esquelética interna, no geral obscurecida, sugerem que este é outro globster - um massa podre de tecido de baleia.”

domingo, 17 de dezembro de 2017

A mão negra

Unificação ou Morte (em sérvio: Уједињење или смрт, Ujedinjenje ili smrt), também chamado de Mão Negra (Црна рука, Crna ruka), foi uma organização nacionalista sérvia que recorreu ao terrorismo como uma forma de atividade política, e tinha conexões com alguns elementos pan-eslavistas do Governo da Sérvia.
A sociedade secreta fundada no Reino da Sérvia em 10 de junho de 1910, por ex-membros de uma sociedade semissecreta chamada Narodna Odbrana (Defesa do Povo), dedicado à realização do pan-eslavismo e do nacionalismo, por meio de assassinatos, com a intenção de unir todos os territórios com populações eslavas do Sul anexadas pela Áustria-Hungria. 
O objetivo declarado de reunificação, em um Estado único todos os membros do povo sérvio, significava um confronto com a Áustria-Hungria, que dominava a Bósnia e Herzegovina, território, que de acordo com a organização, deveria ser integrado ao novo Estado sérvio.
Mão Negra foi o grupo responsável por planejar e organizar o assassinato do herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro, o arquiduque Francisco Ferdinando da Áustria e sua esposa Sofia Chotek, em Sarajevo, o atentado e suas consequências foram um dos gatilhos da Primeira Guerra Mundial.
No entanto, os autores do ataque eram membros da organização Jovem Bósnia.
A organização exigia obediência total aos seus membros e ordenava a execução daqueles que considerava seus inimigos. 
Um de seus principais membros foi Dragutin Dimitrijević "Apis", um dos principais conspiradores do Golpe de Maio de 1903. 
Foi herdeira deste conluio que acabou com a dinastia Obrenović ao assassinar o rei Alexandre I da Sérvia e a rainha Draga Mašin; e perpetuou o poder dos conspiradores na vida política do país, com consequências desastrosas. 
Aumentou o poder dos conspiradores na corte, no parlamento e nos vários governos no início do século XX. 
A organização foi extinta em 1917 pelo Governo da Sérvia após o julgamento de Salônica.

Foi a primeira organização terrorista no mundo.