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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Chapecoense - Um time que não parou de subir


Associação Chapecoense de Futebol (ACF) é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade de Chapecó, Santa Catarina. Foi fundado em 10 de maio de 1973, com o objetivo de restaurar o futebol na cidade de Chapecó. Sua origem está ligada ao fato de que, na década de 1970, a região possuía apenas alguns times amadores, sendo inexpressiva em relação ao futebol profissional. Com o propósito de reverter esta situação, alguns desportistas da cidade, jovens apaixonados pelo esporte, decidiram se reunir para criar um time de futebol profissional para a cidade.

Com menos de 50 anos, e a menos de 10 anos estava sem Série, a partir de 2009 não parou mais de subir, confira abaixo:

2009
Vice-campeonato Catarinense
Série D (1ª lugar)

2012
3ª colocado Campeonato Catarinense
Série C (2ª colocado - Houve muita festa em Chapecó por poder considerar a equipe uma das 40 melhores do Brasil)

2013
Série B (Vice-campeão)

2014
Série A (15ª Colocado)

2015
Série A (14ª Colocado)

2016
Campeão Campeonato Catarinense
Final da Copa Sul-Americana (1ª vez na história de um clube catarinense na final da Sul-Americana e a 1ª na história da Chape a disputar um campeonato internacional)


Nossa "Chape" como é carinhosamente chamada por sua torcida não via barreiras, e subia cada vez mais a cada ano que passava e conquistava cada vez mais torcedores chegando hoje a pouco mais de 43.000 torcedores atualmente.

Imagens mais marcantes da Semi-final:


Imagens antes do embarque para Medellín:


Imagens após a tragedia:


Jogadores que não forão na viagem por contusão ou suspensão:

Talvez, a foto mais emblemática da tragédia que tomou o Brasil. Ela mostra o que praticamente restou da Chape.

Sobreviventes:


Entre os 81 passageiros que encontravam-se no avião, apenas seis sobreviveram e 75 vieram a óbito, no local ou no hospital que foram atendidas, entre os sobreviventes estão:

Entre os sobreviventes estariam o goleiro Follmann, o lateral esquerdo Alan Ruschel, o zagueiro Neto e o jornalista Rafael Henzel, assim como uma aeromoça, identificada como Ximena Suarez, e outro membro da tripulação, Erwin Tumiri.
A Cruz Vermelha colombiana e a imprensa local confirmaram que o goleiro Marcos Danilo Padilha, conhecido como Danilo, não sobreviveu aos ferimentos. Ele havia sido resgatado com vida e seu nome ainda estaria na lista de sobreviventes divulgada pelas autoridades de aviação civil colombiana.
O zagueiro Neto foi encontrado pelos bombeiros colombianos no começo da manhã, em meio aos destroços do avião.
Em entrevista à GloboNews, o médico responsável pelo Hospital San Juan de Dios, para onde foram levados alguns dos sobreviventes, afirmou que o goleiro Follmann teria tido a perna amputada, enquanto Alan Ruschell sofreu uma lesão entre duas vértebras e o esforço médico nesse momento seria para que ele não perca os movimentos das pernas.
Neto precisou passar por cirurgias, assim como o jornalista Rafael Henzel.

Local da Tragédia:

O avião, um RJ85 da companhia boliviana Lamia com 17 anos de uso, havia feito uma escala em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, e seguia para Medellín.
Segundo um comunicado do Aeroporto José María Córdoba, de Medellín, a tripulação comunicou uma emergência por "falhas elétricas" por volta das 22h15 locais (1h15 de Brasília).

Competições suspensas:

A Confederação Sul-Americana de Futebol anunciou a suspensão da competição e de todas as suas atividades esportivas.
O jogo marcado para esta quarta-feira seria o primeiro da Chapecoense em uma final internacional.
Após a tragédia, o Atlético Nacional de Medellín, que jogaria a partida contra a Chapecoense, fez um pedido formal à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) para que o título da Copa Sul-Americana seja entregue ao time catarinense.

Além disso, o time colombiano convocou seus torcedores a se reunirem no estádio no horário em que a partida seria realizada, vestindo branco e portando uma vela, como sinal de solidariedade.
O clube já havia se pronunciado quando as informações ainda eram escassas.
"O Nacional lamenta profundamente e se solidariza com @chapecoensereal pelo acidente ocorrido e espera informações das autoridades", afirmou no Twitter.
O secretário-geral da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Walter Feldman, anunciou o cancelamento de todos os campeonatos de futebol no Brasil e decretou uma semana de luto.
"Esta é a maior tragédia do futebol mundial", disse Feldman.
Ele acrescentou que a CBF está enviando uma delegação a Chapecó e à Colômbia para ajudar na liberação dos corpos.
O presidente da Fifa (o órgão máximo do futebol mundial), Gianni Infantino, afirmou que este é "um dia muito, muito triste para o futebol".
"Neste momento difícil, o nosso pensamento está com as vítimas, as suas famílias e amigos. A Fifa dirige as mais profundas condolências aos torcedores da Chapecoense, à comunidade do futebol e aos meios de comunicação do Brasil", acrescentou Infantino.


Um time que não parou de subir até chegar ao céu

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Série Pirâmides do Mundo #026 - Pirâmide Zawyet el-Arian


Zawyet el-Arian é uma população egípcia, localizado entre Gizé e Abusir.

A oeste da vila, na área do deserto, há uma necrópole com o mesmo nome; em um presente são dois complexos de pirâmides e excepcionalmente apenas estes dois complexos, e pouco mais.

Eles são chamados de hoje: a pirâmide escalonada e da pirâmide do norte.

A pirâmide mergulhada é atribuída ao Faraó Jaba e permaneceu inacabado devido ao seu breve reinado; Tipo escalonada com cerca de 83 metros de largura e vinte metros de altura.

Ao redor da pirâmide há 32 câmeras pequenas lojas.

O segundo complexo, outra estrutura em ruínas, não tem sido explorada ou escavados intensamente. Nebkara a pirâmide do norte, cuja base mede 110 m de largura por 180 m de comprimento, tem inscrições em vários blocos Neferkara ou Nebkara, Nebka é atribuído.

Data N. Swelim esta construção, no final da dinastia III, rejeitando a cronologia proposta por Lauer para esta pirâmide que os dados na Dinastia IV.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Você conhece a F.O.P. ou Síndrome do Homem Pedra


Doença: Fibrodisplasia ossificante progressiva (F.O.P.) ou Síndrome do Homem-Pedra
Portadores: – 3.500 (0,00005% da população)

A Fibrodisplasia Ossificante Progressiva (conhecido por FOP; termo médico: Fibrodysplasia Ossificans Progressiva) é uma doença genética rara que causa a formação de ossos no interior dos músculos, tendões, ligamentos e outros tecidos conectivos. Pontes de ossos "extra" se desenvolvem através das articulações (juntas do corpo) restringindo progressivamente os movimentos. Na FOP, o corpo não somente produz muitos ossos, mas um todo um esqueleto "extra" é formado, envolvendo o corpo e prendendo a pessoa em uma prisão de ossos.

História:


A Fibrodisplasia Ossificante Progressiva (conhecido por FOP; termo médico: Fibrodysplasia Ossificans Progressiva) é uma doença genética rara que causa a formação de ossos no interior dos músculos, tendões, ligamentos e outros tecidos conectivos. Pontes de ossos "extra" se desenvolvem através das articulações (juntas do corpo) restringindo progressivamente os movimentos. Na FOP, o corpo não somente produz muitos ossos, mas um todo um esqueleto "extra" é formado, envolvendo o corpo e prendendo a pessoa em uma prisão de ossos.

Sintomas:

As crianças com FOP desenvolvem inchaços dolorosos pelo corpo, semelhantes a tumores, que podem crescer, mudar de posição e desaparecer, porém estes inchaços costumam deixar no seu lugar um osso e vão progressivamente imobilizando o corpo da criança num “segundo esqueleto”.

O progresso da FOP pode ser espontâneo, ou ser acelerado por traumas (quedas, cirurgias, biópsias).

Como não há cura conhecida, a expectativa de vida de pessoas que nascem com FOP é de geralmente apenas 41 anos de idade.

Causas:

A FOP é causada por um alelo autossômico dominante no cromossomo 2q23-24. O alelo tem expressividade variável, mas penetrância completa.

A maioria dos casos é ocasionada por mutação espontânea nos gametas. Um estudo determinou que a FOP afeta 1 em cada 2 milhões de pessoas. Uma mutação no gene ACVR1 (também conhecido como activin-like kinase 2 [ALK-2]) é responsável pela doença. O ACVR1 codifica o receptor activin tipo-1, um tipo de receptor BMP tipo-1.

A mutação muda o códon 206 de histidina para arginina na proteína ACVR1. Isso faz com que células endoteliais se transformem em células tronco mesenquimatosas e então em osso.

A formação de tecido ósseo no interior de músculos, tendões e ligamentos, causa de forma progressiva, a imobilização do corpo. É caracterizada por má-formação congênita do hálux (dedo grande dos pés malformados ao nascimento) e pelo desenvolvimento de ossos "extras" em locais anormais. Estes ossos surgem progressivamente e formam “pontes” entre as articulações, tornando os movimentos impossíveis. A doença não possui cura ou tratamento.

Caso Jeannie Peeper:

Quando Jeannie Peeper tinha 4 anos, os médicos descobriram algo terrível. Seus músculos, ligamentos e tendões estavam sendo recobertos por um segundo esqueleto, que crescia dentro da menina. “Disseram que não havia nada a ser feito”, contou Jeannie à revista The Atlantic.

A doença geralmente mata antes dos 40 anos, mas Jeannie está viva até hoje, aos 57. Ela não anda, e fala com muita dificuldade – seu pescoço e seu rosto estão tão ossificados que ela só consegue mexer o lábio inferior. “Percebi que era diferente quando estava me vestindo para ir à escola, e vi que meu pulso esquerdo estava ao contrário”. Um osso novo havia mudado o desenho do braço dela. “O maior perigo de morte é quando começam a surgir ossos fora de lugar em torno do pulmão ou do coração”, diz a médica Patricia Delai, da Associação Brasileira de Fibrodisplasia Ossificante Progressiva.

Estima-se que haja cem casos no país. A doença é relatada há mais de 200 anos – mas sua causa, uma mutação, só foi descoberta em 2006.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Criptozoologia - Celacanto


Os celacantos (agrupados no clade Actinistia) são um grupo de peixes sarcopterígios aparentados com os dipnóicos e com várias espécies extintas no período devoniano, como os Osteolepiformes, Porolepiformes, Rhizodontiformes e Panderichthys.

Acreditava-se que os celacantos teriam sido extintos no Cretáceo Superior, porém, foram redescobertos em 1938 no litoral da África do Sul. Latimeria chalumnae e Latimeria menadoensis são as duas únicas espécies vivas do celacanto, encontradas ao longo da costa do Oceano Índico. Foi apelidado de "fóssil vivo", porque os fósseis destas espécies haviam sido encontrados muito antes da descoberta de um espécime vivo. Acredita-se que o celacanto tenha evoluído ao seu estado atual há aproximadamente 400 milhões de anos. quando adulto, mede até 10 metros de comprimento.

Sua característica mais importante é a presença de barbatanas pares (peitorais e pélvicas) cujas bases são pedúnculos musculados que se assemelham aos membros dos vertebrados terrestres e se movem da mesma maneira. São os únicos representantes vivos da ordem Coelacanthiformes.

Quando o primeiro espécime vivo foi encontrado, em 25 de dezembro de 1938, já se conheciam cerca de 120 espécies de celacantiformes (Coelacanthiformes) que eram considerados fósseis indicadores, ou seja, indicando a idade da rocha onde tinham sido encontrados. Todos esses peixes encontravam-se extintos desde o período Cretáceo.

São conhecidas populações destes peixes na costa oriental da África do Sul, ilhas Comores (no Canal de Moçambique, também no Oceano Índico ocidental) e na Indonésia e decorre um programa de investigação internacional com o objectivo de aumentar o conhecimento sobre os celacantos, o South African Coelacanth Conservation and Genome Resource Programme (Programa Sul-Africano para a Conservação e Conhecimento do Genoma do Celacanto.

Antes da descoberta de um exemplar vivo, acreditava-se que o celacanto era um parente próximo do primeiro vertebrado a sair das águas, dando origem a um novo grupo de vertebrados conhecidos como tetrápodes, que inclui os humanos.

Novas descobertas apontam que o genoma do Celacanto possui informações que podem ajudar a entender melhor a evolução dos tetrápodes. (Nature, 2013 vol.496 pag. 311-316).


Descoberta

Os celacantos, que estão relacionados com os peixes pulmonados (os peixes mais antigos de água doce) e tetrápodes, tinham sido considerados extintos desde o fim do período Cretáceo. Mais estreitamente relacionados com os tetrápodes que mesmo com os peixes actinopterígeos, os celacantos foram considerados o "elo perdido" entre os peixes e os tetrápodes, até que um Latimeria foi encontrado na costa leste da África do Sul, ao largo do Rio Chalumna (agora Tyalomnqa) em 1938.

A descoberta de uma espécie sobrevivente, quando se acreditava ter se extinguido há 65 milhões de anos atrás, faz do celacanto o exemplo mais conhecido de um "Táxon Lazarus", uma espécie que parecia ter ficado apenas no registro fóssil, para reaparecer mais tarde. Desde 1938, Latimeria chalumnae foram encontrados nas Comores, Quénia, Tanzânia, Moçambique, Madagascar, e em iSimangaliso Wetland Park, Kwazulu-Natal na África do Sul.

A segunda espécie existente, L. menadoensis, foi descrita a partir de Manado, Sulawesi Norte, Indonésia, em 1999, por Pouyaud et al., com base em um espécime descoberto por Erdmann em 1998 e depositados no Instituto Indonésio de Ciências (LIPI). Apenas uma fotografia do primeiro exemplar da espécie foi feita em um mercado local por Arnaz e Mark Erdmann antes de ter sido comprado por um cliente.

O celacanto não tem nenhum valor comercial real, além de ser cobiçado por museus e colecionadores particulares. A capacidade de sobrevivência continuada do celacanto pode estar ameaçada pela pesca comercial de arrasto do mar profundo.


Descrição física

Os celacantos são uma parte do clado Sarcopterygii, ou seja, os peixes de nadadeiras lobadas. Externamente, há várias características que distinguem o celacanto de outros peixes de nadadeiras lobadas. Possuem uma nadadeira caudal de três lóbulos, também chamado de nadadeira trilobada e uma cauda secundária que estende-se para além da cauda primária. As escamas agem como armadura espessa que protege o exterior do celacanto. Existem também várias características internas que ajudam a diferenciar os celacantos de quaisquer peixes de nadadeiras lobadas. Na parte de trás do crânio, o celacanto possui uma articulação que lhe permite abrir a boca amplamente. O celacanto possui também uma espinha dorsal oca. O coração do celacanto tem forma diferente da de um peixe mais moderno, sendo uma estrutura de tubo em linha reta. A caixa craniana de um celacanto é em 98,5% preenchida com gordura, apenas 1,5% é tecido cerebral. As bochechas dos celacantos são únicas, pois o osso opercular é muito pequeno e possui uma aba de tecidos moles. O celacanto também contém um órgão rostral dentro da região etmoidal da caixa craniana.


Descrição geral

Latimeria chalumnae e Latimeria menadoensis são as únicas espécies vivas conhecidas de celacantos. A palavra celacanto significa literalmente, "coluna oca", por causa de suas barbatanas suportadas por tecido ósseo. Os celacantos são grandes, crescendo até 1,8 metros. São noturnos e piscívoros. O corpo é coberto de escamas cosmoides que atuam como uma armadura. Possuem oito barbatanas: duas dorsais, duas peitorais, duas pélvicas, uma anal, e uma caudal. A cauda é simétrica e termina por um tufo de lepidotríquias que compõem o lobo caudal. Os olhos do celacanto são muito grandes, enquanto a boca é muito pequena. Os olhos estão adaptados a ver na luz negra por terem bastonetes que absorvem comprimentos de onda baixos, na faixa do azul. Maxilas falsas substituem a maxila, uma estrutura que está ausente em celacantos. Têm duas narinas, juntamente com outras quatro aberturas externas que aparecem entre o pré-maxilar e os ossos laterais rostrais. Os sacos nasais são semelhantes aos de muitos outros peixes. O órgão rostral do celacanto está contido dentro da região etmoidal da caixa craniana, com três aberturas. O órgão rostral é usado como parte do sistema de laterosensorial. A recepção auditiva é mediada por sua orelha interna. A orelha interna de um celacanto é muito semelhante à dos tetrápodes, e é classificada como uma papila basilar.

A locomoção dos celacantos é exclusiva. Para se deslocar, eles aproveitam correntes verticais e usam suas nadadeiras pares para estabilizar o seu movimento na água. Enquanto no fundo do oceano, as suas barbatanas pares não são utilizadas para qualquer tipo de movimento. Os celacantos podem criar impulso para partidas rápidas usando suas nadadeiras caudais. Devido ao elevado número de barbatanas, o celacanto tem alta manobrabilidade. Os celacantos também podem orientar seus corpos em qualquer direção na água e já foram vistos a nadar verticalmente com a cabeça virada para o fundo do mar, ou de barriga para cima. Pensa-se que o órgão rostral os ajude com eletromagnetismo.

O genoma de Latimeria chalumnae foi descrito em 2013, indicando que os seus genes codificantes de proteínas evoluíram mais lentamente que os genes homólogos nos tetrápodes. Análise filogenética revelou que os peixes pulmonados são mais próximos dos tetrápodes que o celacanto.


Registro Fóssil


De acordo com a análise genética de espécies atuais, a divergência entre celacantos, peixes pulmonados e tetrápodes pode ter ocorrido há cerca de 390 milhões de anos. Os celacantos foram considerados ​​extintos há cerca de 65 milhões de anos, durante a extinção do Cretáceo-Terciário. O primeiro registro de fóssil de celacanto era proveniente da Austrália, uma mandíbula com cerca de 360 ​​milhões de anos, pertencente a uma espécie que foi nomeada Eoachtinistia foreyi. As espécies mais recentes de celacanto no registro fóssil pertencem ao gênero Macropoma, mais recentes que Latimeria chalumnae em cerca de 80 milhões de anos. O registro fóssil do celacanto é único porque os fósseis de celacantos foram encontrados 100 anos antes do primeiro espécime vivo ter sido identificado. Em 1938, Courtenay-Latimer redescobriu o primeiro espécime vivo, L. chalumnae, que foi capturado ao largo de East London, África do Sul. Em 1997, um biólogo marinho que estava em lua de mel descobriu a segunda espécie viva, Latimeria menadoensis em um mercado indonésio. Em julho de 1998, o primeiro espécime vivo de L. menadoensis foi capturado na Indonésia. Cerca de 80 espécies foram descritas. Antes da descoberta de um espécime vivo de celacanto, pensava-se que estas espécies teriam surgido no Devoniano Médio ou Cretáceo Superior. Exceto para um ou dois espécimes, todos os fósseis encontrados mostram uma morfologia semelhante.

Mídia:

No jogo/animação de Pokémon o Pokémon Fóssil Relicath (agua/pedra) foi inspirada pelo Celacanto.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Série Pirâmides do mundo #025 - Pirâmide Templo Mayor


O Templo Mayor era um dos principais templos dos astecas na sua capital Tenochtitlan, atual Cidade do México.

O seu estilo arquitetônico pertence ao período pós-clássico mesoamericano. O templo era chamado huey teocalli na língua nauatle e estava dedicado a dois deuses em simultâneo, Huitzilopochtli, deus da guerra e Tlaloc, deus da chuva e da agricultura, cada um deles com um santuário no topo da pirâmide e cada um destes com a sua própria escadaria.

Medindo aproximadamente 100 por 80 metros na base, o templo dominava um Recinto Sagrado.

A construção do primeiro templo teve início algum tempo depois de 1325, tendo sido reconstruído posteriormente por seis vezes. O templo foi destruído pelos espanhóis em 1521.

O sítio arqueológico dos nossos dias situa-se imediatamente a nordeste do Zócalo, ou praça principal da Cidade México, na esquina entre as ruas Seminario e Justo Sierra.

Este sítio faz parte do Centro Histórico da Cidade do México, adicionado à lista de Patrimônio Mundial da UNESCO em 1987.

Descoberta e escavação:


Disco representando uma Coyolxauhqui desmembrada encontrado durante a execução de obras em 1978.

Após a destruição de Tenochtitlan, o Templo Maior, tal como a maior parte da cidade, foi desmantelado e depois coberto pela nova cidade colonial espanhola.

A localização exata do templo foi esquecida, embora no século XX os acadêmicos tivessem já uma boa ideia sobre onde o procurar.


Tal conhecimento baseava-se no trabalho de arqueologia efetuado no final do século XIX e na primeira metade do século XX.

Leopoldo Batres fez algum trabalho de escavação sob a Catedral Metropolitana da Cidade do México no final do século XIX, pois nesta altura pensava-se que fosse essa a localização do templo.

Nas primeiras décadas do século XX, Manuel Gamio encontrou parte do canto sudoeste do templo e as suas descobertas foram exibidas publicamente.

Contudo, tal não gerou grande interesse público na ampliação das escavações, pois a zona era uma área residencial da classe alta.

Em 1933, Emilio Cuevas descobriu parte de uma escadaria e de uma viga.

Em 1948, Hugo Moedano e Elma Estrada Balmori escavaram a plataforma que continha cabeças de serpente e oferendas.

Em 1966, Eduardo Contreras e Jorge Angula escavaram uma arca contendo oferendas, que havia sido inicialmente explorada por Gamio.

Porém, o impulso que levaria à escavação completa do sítio surgiu apenas no último quartel do século XX.

Em 25 de fevereiro de 1978, os trabalhadores de uma companhia de eletricidade encontravam-se a abrir um buraco num local da cidade conhecido como a "ilha dos cães."

Tal nome tinha origem no facto de ser um local ligeiramente elevado relativamente ao resto da vizinhança e quando havia inundações, os cães de rua congregavam-se ali. A dois metros de profundidade encontraram um monolito pré-hispânico que depois se viu ser um disco enorme com mais de 3,25 m de diâmetro, 30 cm de espessura e pesando 8,5 toneladas.

O relevo na pedra foi mais tarde identificado como sendo Coyolxauhqui, a deusa da lua, datado do final do século XV.

Entre 1978 e 1982, especialistas sob a direção do arqueólogo Eduardo Matos Moctezuma trabalharam no projeto de escavação do templo.


As escavações iniciais permitiram verificar que muitos dos artefatos se encontravam em condição suficientemente boa para serem estudados. Os vários esforços coalesceram no Projeto do Templo Maior, o qual foi autorizado por decreto presidencial.

Para permitir a escavação, treze edifícios desta área da cidade tiveram que ser demolidos.

Nove destes haviam sido construídos na década de 1930 e quatro datavam do século XIX, e haviam preservado elementos coloniais.

Durante as escavações foram encontrados mais de 7 000 objetos, sobretudo oferendas, incluindo efígies, vasos de barro à imagem de Tlaloc, esqueletos de tartarugas, sapos, crocodilos, e peixes, conchas de caracóis, coral, algum ouro, alabastro, figuras mixtecas, urnas de cerâmica de Veracruz, máscaras do atual estado de Guerrero, chocalhos de cobre, crânios decorados e facas de obsidiana e sílex.

Estes objetos estão atualmente guardados no Museu do Templo Maior.

Este museu é o resultado do trabalho efetuado desde o início da década de 1980 para resgatar, conservar e estudar o Templo Maior, o seu Recinto Sagrado e todos os objetos com ele associados e existe para tornar todas as descobertas acessíveis ao público.


Atualmente:

domingo, 20 de novembro de 2016

Kefir, Probiótico alimentar, benefícios para a saúde



Muitos já devem ter visto um alimento que se parece com coalhada, mas não é.
Lembra iogurte, mas também não é.
Alguns adoram, muitos sequer sabem do que se trata, porém, esse alimento diferenciado, é um leite fermentado, que podemos cultivar em nossa casa, sendo um alimento totalmente saudável e indispensável.

Seu nome é kefir, e seus benefícios, incontáveis.
Vamos explorar hoje para que serve o kefir e saber todas as suas propriedades.


O que é kefir?
Trata-se de um leite fermentado na presença de grãos ricos em bactérias ácido-lácticas, bactérias ácido-acéticas e leveduras. Esses microorganismos convivem em simbiose envoltos por uma matriz de um polissacarídeo de nome Kefiran.


Para que serve o kefir?
Podemos dizer que o kefir é um complemento alimentar de alto valor terapêutico, e também um alimento probiótico, ou seja, rico em bactérias e microorganismos que fazem bem à flora intestinal enquanto tratam doenças.
Vamos entender melhor os benefícios do kefir, a seguir.


Benefícios do kefir para o organismo:
A ingestão regular diária de kefir poderá trazer vários benefícios à saúde, ajudando nos processos metabólicos, combatendo problemas, entre outros. Veja, a seguir, suas principais propriedades:

1- Problemas estomacais
O kefir ajuda a reduzir a acidez estomacal em excesso, sendo portanto, um ótimo alimento para pessoas com problemas de gastrite, úlcera e refluxo, entre outros.
2- Problemas hepáticos
Tem uma importante função referente ao controle de produção da bílis pelo fígado, como também, é indicado como coadjuvante nos casos de hepatite.
3- Problemas intestinais
Suas leveduras, bactérias amigas e lactobacilos ajudam a enfrentar e suavizar as crises de colite em suas diversas formas, como também outras patologias relacionadas ao cólon, e ao ataque às bactérias nocivas presentes no intestino.
Sendo também um aliado no combate à diarreia, constipação intestinal, e inflamações.
4- Problemas articulares
A presença do cálcio na composição do kefir ajuda no combate a osteopenia, osteoporose e reumatismo.
5- Problemas respiratórios
Mais uma propriedade importante do kefir está ligada à melhora nas crises de asma, bronquite e tuberculose.
6- Fortalecimento do sistema imunológico
As alergias, candidíase e outras doenças oportunistas relacionadas ao sistema imunológico em desequilíbrio serão beneficiadas pelo uso do kefir.
7- Problemas emocionais
A presença do triptofano estimula o cérebro na produção de endorfinas e serotonina, ajudando nos casos de depressão e ansiedade.
8- Problemas dermatológicos
O kefir ajuda a manter a pele, cabelo e unhas saudáveis.
9- Problemas circulatórios
Estimula a circulação, favorecendo o bom funcionamento do coração, regulando a pressão arterial e ajudando no combate ao colesterol ruim.
10- Benefícios musculares
Rico em proteínas, que são os agentes fundamentais na construção muscular, também ajuda a potencializar a absorção de glicose pelas células musculares, o que promove grande ajuda no rendimento físico.
11- Ajuda a emagrecer
É um aliado importante no combate aos quilos adicionais. Falaremos mais detalhadamente sobre isso no próximo item.
Obviamente, nenhuma dessas propriedades exclui o tratamento médico convencional. O kefir poderá ser utilizado em conjunto aos medicamentos, desde que não haja nenhum tipo de contraindicação médica.


Por que kefir ajuda a emagrecer?
• É um regenerador da flora bacteriana, portanto, ajuda na digestão, facilitando a metabolização das gorduras, como também, a eliminação de toxinas.
• É rico em proteínas, que favorecem a aceleração do metabolismo.
• Alimenta e tem baixo teor calórico.
• Aumenta os fluídos corporais, ajudando a depurar gorduras e toxinas.
Calorias do kefir
O kefir é um alimento de baixa caloria. Em 100 gramas de grãos teremos 37 calorias. O kefir, após adicionado ao leite, terá outros valores calóricos, que vão variar entre os diferentes graus de gordura dos leites disponíveis. Nesse caso, cada 100 ml da mistura terá aproximadamente 90 calorias.
O kefir de água apresentará menor valor calórico ainda, dependendo apenas da quantidade de açúcar que for adicionada a ele.
De que é composto o kefir?
Em cada um de seus grãos encontraremos vários tipos de microorganismos em simbiose*. Estudos revelam que estão presentes no kefir:
• 8 variedades de leveduras,
• 2 tipos de bactérias acéticas,
• 16 tipos de lactobacilos,
• Aproximadamente 9 streptococci/lactococci,
• Ácido pantotênico,
• Ácido fólico,
• Vitamina B,
• Vitamina B3,
• Vitamina B6,
• Vitamina B12,
• Vitamina K,
• Carboidratos,
• Cálcio,
• Gorduras,
• Lactase,
• Fósforo,
• Magnésio,
• Potássio,
• Proteínas,
• Aminoácidos,
• Triptofano.


Kefir na água ou kefir no leite
Parece estranho, mas, existe o cultivo de kefir na água com açúcar mascavo.
Essas variações relacionados aos diferentes meios de cultivo do kefir, obviamente nos trarão resultados distintos.

Os benefícios do kefir na água também oferecem uma bebida fermentada, com propriedades diferentes às do leite, onde se notará a ausência das bactérias acéticas, em contrapartida, os resultados ao kefir de leite apresentam muito mais lactobacilos e microorganismos.
Não se deve misturar os grãos de leite à água e vice-versa. O kefir de leite tem como principal alimento a lactose, enquanto o kefir de água vai utilizar a sacarose do açúcar mascavo para realizar a fermentação.


Como preparar o kefir?
Uma colher de sopa de grãos de kefir, para cada meio litro de leite morno (mais ou menos 20º), costuma ser a melhor proporção para o seu cultivo ideal. Esses grãos deverão ser colocados num vidro juntamente com o leite, deixando em descanso entre 12 até 36 horas. É preciso cobri-lo com um pano de prato comum. O melhor local para guardá-lo enquanto está em fermentação é dentro de um armário. Quando estiver pronto, deve-se agitar o vidro, e a seguir, coá-los. Após serem coados, os grãos deverão ser lavados em água corrente. A seguir, deverão retornar ao vidro com nova porção de leite para a próxima fermentação. O kefir pronto poderá ser armazenado em geladeira.


Dicas
• O leite deverá estar fresco.
• Não armazene os grãos sem o leite para que não morram.
• Caso os grãos tenham permanecido fora do leite por mais de 48 horas, deverão ser descartados.
• Quanto mais tempo fermentando, menos lactose, portanto, o ponto ideal para os intolerantes à lactose.
• Não utilize nenhum utensílio metálico. Prefira coador, vasilhas e talheres de plástico ou outro material.
• Se possível, lave os grãos de kefir com água mineral. Caso não seja viável, opte por água filtrada. O cloro presente na água poderá comprometer a qualidade do produto.


Qual a melhor temperatura para cultivar o kefir?
A temperatura ambiente é um dos fatores determinantes em relação ao tempo que devemos cultivar o kefir.
Quanto mais frio, maior o tempo para a fermentação.
Ele costuma dar resultados mais rápidos quando estiver numa temperatura entre os 25 e 35 graus. Nessas condições estará pronto em algumas horas.
Em locais onde o inverno é muito rigoroso, o kefir poderá levar até 3 dias para atingir a fermentação desejada, no entanto, passado esse tempo, caso não se chegue ao ponto esperado, recomenda-se descartar o produto, por medida de precaução. É importante, após o descarte, peneirar todos os grãos e adicionar novo leite para se manter os benefícios do kefir.
Qual o melhor leite para produzir o kefir?
Para quem vive em ambiente rural e apresenta a disponibilidade do leite “in natura”, seja de origem bovina ou caprina, basta fervê-lo e aguardar que retorne à temperatura ambiente, para adicionar os grãos.
Como a maioria das pessoas não dispõe desse privilégio, e o único leite disponível é industrializado, poderá ser usado o leite UHT nas suas diferentes apresentações: integral, semidesnatado e desnatado.


Qual o consumo diário de kefir sugerido?
O ideal é que o hábito de consumir kefir seja diário, para que os seus benefícios passem a ser notados. Não há restrições, porém, o bom senso deverá ser essencial.

Onde conseguir os grãos de kefir?
Os grãos poderão ser obtidos através de doações de amigos, em sites dedicados a essa cultura, em comunidades e grupos, e nas redes sociais.

Abaixo, dois exemplos. Faça a inscrição e entre em contato com o moderador para obter informações. Há outros grupos na internet, basta dar uma pesquisada.
http://br.groups.yahoo.com/group/fazendo_kefir
www.kefiralimentoprobiotico.blogspot.com.br

O kefir poderá ser obtido através de outros tipos de leite?
Sim. É possível cultivá-lo com o leite de soja, de coco, de arroz, e até na água, como já mencionado.

Contraindicações:
Até o presente momento, não há relatos que contraindiquem o consumo de kefir, a não ser em casos de alergia, intolerância severa à lactose ou algum outro desconforto após a ingestão do produto.

Efeitos colaterais do kefir
Em alguns casos, a ingestão excessiva de kefir poderá provocar dores estomacais, abdominais e diarreia.

Os grãos de kefir podem ser consumidos?
De um modo geral, a parte que se consome mais costumeiramente é o líquido, porém, os grãos poderão ser ingeridos, caso agradem ao paladar.

Existe kefir industrializado?
Não é tão simples assim o processo para industrialização do kefir. Atualmente, alguns países estão investindo em pesquisas para industrializá-lo, mas, todos no exterior, entre eles, o Japão. Não temos no Brasil nenhum tipo de estudo em andamento.

Outros nomes possíveis para o kefir
Talvez algumas pessoas o conheçam por cogumelo tibetano, planta de iogurte, cogumelo de iogurte, fungo do iogurte, etc.


Considerações finais:
Todos os benefícios do kefir estão relacionados ao seu consumo regular. Em muitos casos, inicialmente ele promoverá uma desintoxicação, para depois começar a agir de forma mais ampla e plena pelo organismo. Vale a pena adicioná-lo à dieta.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Criptozoologia - Grifo


Grifo é uma criatura lendária com cabeça e asas de águia e corpo de leão.
Fazia seu ninho em bolcacas (nome usado para o ninho do grifo conforme a mitologia grega) e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro.
Outros ovos são frequentemente descritos como sendo de ágata.

A figura do grifo surgiu no Oriente Médio onde babilônios, assírios e persas representaram a criatura em pinturas e esculturas.
Voltaire incluiu na sua novela, A Princesa da Babilónia, dois enormes grifos amigos de uma fénix, que transportaram a princesa na sua viagem.
Na Grécia acreditava-se que viviam perto dos hiperbóreos e pertenciam a Zeus.
Filóstrato, escritor grego, referiu, na Vida de Apolônio de Tiana (livro VI. I), que os grifos da Índia eram guardiões do ouro.
John Milton, no Livro II do Paraíso Perdido escreveu sobre os Arimaspos que se tentavam apoderar do ouro dos grifos.
Também foi referido na poesia persa de Rumi.
Na Idade Média Sir John Mandville escreveu sobre estes animais fabulosos no capítulo XXI do seu célebre livro de viagens no qual grande parte dele foi escrito pelo mesmo autor do Kama Sutra.
Em tempos mais recentes, sua imagem passou a figurar em brasões pois aparentemente possui muitas virtudes e nenhum vício.

Os grifos são inimigos mortais dos basiliscos.

Como diversos animais fantásticos, incluindo centauros, sereias, fênix, entre outros, o grifo simboliza um signo zodiacal, devido ao senso de justiça apurado, o fato de valorizar as artes e a inteligência, e o fato de dominar os céus e o ar, simboliza o signo de libra, a chamada balança.

Os grifos podem raramente cruzar com éguas e o fruto desse cruzamento recebe o nome de hipogrifo.

Também são retratados em moedas, por exemplo, na lira italiana tem, entre outros desenhos, o de um grifo.


Os grifos são possíveis confusões de fósseis de Protoceratops, dinossauros ceratopsídeos que viviam na Mongólia.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Curiosidades sobre a Proclamação da República



- O primeiro a dar o grito da República foi o sargento-mor e vereador de Olinda Bernardo Vieira de Melo. O militar lançou a proposta em 10 de novembro de 1710 porque estava insatisfeito com a exploração abusiva do país pelos monarcas portugueses. O pedido foi rejeitado.

- No dia da proclamação da republica Marechal Deodoro da Fonseca não segurava uma espada devido a uma incomoda dor de barriga.

- Deodoro da Fonseca havia decidido apoiar os republicanos quatro dias antes da proclamação.

- Quando passou pelo portão do Ministério da Guerra, o marechal acenou com o quepe e ordenou às tropas que se apresentassem. As tropas se enfileiraram e ouviram-se o Hino Nacional. Estava proclamada a República. Não houve derramamento de sangue.


- Dom Pedro ficou sabendo da movimentação de tropas no Rio de Janeiro quando estava numa casa de banhos em Petrópolis.

- Depois de proclamada a republica ninguém queria levar o telegrama a D. Pedro II. Porém Sólon Ribeiro no meio da noite tirou o “ex-imperador” do Brasil da cama para avisá-lo do ocorrido.

- Com medo de manifestações a favor da monarquia, os líderes do movimento pediam que D. Pedro II e sua família partissem naquela mesma madrugada. Dizem os relatos que a Imperatriz Tereza Cristina chorou, que Isabel ficou muda e que o Imperador apenas soltou um desabafo: “Estão todos loucos!”

- Antes de sua partida D. Pedro II escreveu uma mensagem: “Cedendo ao império das circunstâncias, resolvo partir com toda a minha família para a Europa amanhã [...] Ausentando-me, conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo votos por sua grandeza e prosperidade.”

- No momento de embarcar, o imperador recebeu um convite de seu sobrinho, dom Carlos, rei de Portugal, colocando à sua disposição um dos seus palácios em Lisboa. Pedro agradeceu, mas não aceitou a oferta.

- No dia 5 de dezembro de 1889, o navio Alagoas chegou a Lisboa. A viagem da família real durou 18 dias. Apesar de ter sido recebido com honras, ele preferiu se hospedar com a imperatriz Teresa Maria num hotel na cidade do Porto. Depois de 23 dias, Teresa Maria faleceu no quarto do hotel.

- Pedro II morreu deitado num travesseiro que ele encheu com terra brasileira.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Série Pirâmides do Mundo #024 - A Pirâmide de Miquerinos


A Pirâmide de Miquerinos é a menor em tamanho e a terceira dentre as mais famosas pirâmides do mundo antigo, as Pirâmides de Gizé.

A pirâmide foi feita para ser tumba do faraó Miquerinos (em egípcio Men-kau-Ra), ele era filho do faraó Quéfren, era o quinto soberano da IV Dinastia.

A descoberta do seu nome aconteceu no século XIX, estava escrito no teto da câmara funerária de uma pirâmide secundária em ocre vermelho e também foi atribuídos a ele um conjunto de monumentos, confirmando que havia sido dada por Heródoto.

O faraó Miquerinos reinou pouco tempo, por este motivo não teve tempo de concluir sua pirâmide.

Com a sua morte a pirâmide foi terminada às pressas, e foi usado material de qualidade inferior, várias partes ficaram inacabadas e seus revestimentos de granito para a construção não passaram da décima-sexta fila de pedras.


Pirâmide de Miquerinos - a grande abertura na parte norte da pirâmide foi uma tentativa de demolição das construções, comandada por Malek Abd al-Aziz Othman ben Yusuf, filho do grande sultão Saladino. Conseguiram apenas remover algumas pedras, causando um desmoronamento.


Coordenadas: 29° 58′ 20.96" N, 31° 7′ 40.76" O

domingo, 13 de novembro de 2016

Decorações de natal com pouco dinheiro




Natal chegando e muito estão com poucos recursos para decorar suas casa, hoje teremos uma postagem para quem não quer gastar muito para decorar sua casa.


1 – Coloque uma cenoura em cima de uma maçã, apoiada por palitos

2 – Detalhe do fundo da maçã cortado para que não caia

3 – Espete mais palitinhos

4 – Complete com várias frutas