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domingo, 29 de maio de 2016

Misteriosa Máquina Alienigena na Antártida


A história sobre a máquina alienígena começou a circular em 2001, quando um satélite espião dos EUA identificou uma anomalia em uma região da Antártida. Depois de algumas pesquisas, foi descoberto uma estrutura artificial enterrada sob 3 quilômetros de gelo. Ao que parece, os americanos tentaram manter a descoberta em segredo. Porém, não funcionou muito bem, e a informação logo caiu nos ouvidos de agentes do governo europeus. E foi aí que o mistério começou.

O caso passou a intrigar a todos por causa da profundidade em que a estrutura estava. Para que seja possível que 3 quilômetros de gelo se acumulem, são precisos cerca de 12 mil anos para que o processo seja feito. Ou seja, se isso foi realmente uma descoberta arqueológica sem precedentes, o artefato se tornaria a estrutura desenvolvida por outro ser mais antiga já encontrada.

Além do alvoroço que a descoberta provocou, também houve movimentações por parte dos países que faziam parte do Tratado da Antártida (que proibe a realização de escavações ou construções de edificações na Antártida que não sejam bases de pesquisa científica), que desconfiavam que os EUA não tinham encontrado a estrutura por meio de satélites coisa nenhuma, e sim, por escavação.


Entretanto, apesar dos protestos dos países europeus, os EUA não deu maiores informações sobre a descoberta e além disso, decidiu continuar com as investigações, enviando um grupo de militares até a região em sigilo.

Um ano após os EUA dar início as suas pesquisas ocorreu um misterioso acontecimento, envolvendo o suposto desaparecimento de uma equipe de filmagem da TV californiana que estavam na Antártida. A notícia nunca foi divulgada de forma clara e ninguém nunca soube de informações concretas.


Após o ocorrido, militares norte-americanos foram enviados para resgatar os jornalistas, porém supostamente teriam encontrado entre seus pertences um vídeo que confirmava a notícia sobre a descoberta que poderia ser de origem extraterrestre. Ainda no mesmo período, o canal de TV teria dado declarações afirmando que o governo estava tentando impedir que o material fosse divulgado.
Vórtice do tempo

Depois do incidente envolvendo a equipe de filmagens, outro acontecimento despertou a curiosidade dos pesquisadores. Segundo as informações, um certo dia a equipe que estava trabalhando no caso do equipamento misterioso avistou a formação de um vórtice (redemoinho) bem próximo a eles. Contudo, não era um vórtice normal, ele permaneceu no local em um sentido estacionário.


Curiosos sobre as origens do redemoinho, os cientistas resolveram fazer alguns testes. Um desses testes envolvia lançar um balão meteorológico no interior do redemoinho. O instrumento ficaria preso através de um cabo e estava equipado com aparelhos que mediam velocidade do vento, temperatura, pressão barométrica e umidade, além de contar com cronômetros que registravam os horários das medições com extrema precisão.

Contudo, o fato surpreendente foi quando os cientistas recuperaram o balão. Ao invés de registrar a data do teste, o cronômetro registrou a data “27 de janeiro de 1965”. E isso não é o surpreendente, acontece que, todas as vezes que o balão foi lançado no redemoinho (e foram muitas), o cronômetro voltava registrando essa data. Com isso, cientistas concluíram que o vórtice poderia ser um túnel magnético que funcionava como um “portal do tempo”. Depois dos testes, surgiram teorias nas quais afirmavam que haviam ligações entre o vórtice e a máquina. Porém, como todas as outras informações, nada foi comprovado.


Embora os fatos tenham tudo que uma boa teoria da conspiração precisam, já foi comprovado que os nazistas criaram um projeto secreto e chegaram a explorar a Antártida em busca de entradas que conduziam ao interior de galerias. Em contrapartida, nada que fosse capaz de comprovar as informações da suposta máquina alienígena foi encontrado, nos levando a pensar que as supostas “ações alienígenas” na verdade teriam sido fruto de escavações no período da Segunda Guerra Mundial. Logo, permanece a dúvida da origem do grande instrumento encontrado na Antártida.