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domingo, 19 de fevereiro de 2017

50 tons de Burger King


Com uma promoção nada convencional e muito ousada a rede de fastfoods Burger King, aproveitou a estréia nos cinemas de 50 tons mais escuros (continuação de 50 tons de cinza) e a data de Valentine's Day, para lançar o "Adult's Meal".

Nada mais romântico do que um jantar à luz de velas, tomando um bom vinho ao som de uma musiquinha relaxante. Ou não.

Se o teu par prefere algo um pouco mais gorduroso, iria ficar feliz em saber que o Burger King está lançando o Adult’s Meal (“refeição para adultos”, uma brincadeira com Happy Meal, o McLanche Feliz).

A caixinha é uma promoção especial para o Valentine’s Day (Dia dos Namorados), comemorado em vários países no dia 14 de Fevereiro.
O combo vem com dois sanduíches Whopper, duas porções de fritas, duas cervejas e, por último – mas não menos importante, um brinquedinho para os adultos.

O vídeo de apresentação da promoção traz como brindes um massageador de cabeça daqueles que arrepiam o corpo todo, um espanador para o pessoal que curte uma fantasia e uma venda, porque nunca é tarde para bancar o Christian Grey.

Infelizmente a caixinha só será vendida em Israel, mas estamos na torcida para que a novidade penetre outros países.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Finalmente lançaram a 2º geração de Pokémon Go


A empresa responsável pelo sucesso mundial de Pokémon Go fez o lançamento antecipado da 2º geração de Pokemon Go ontem dia 16/02 por volta das 21:00 horário de Brasilia são 80 novos Pokémons, além dos regionais da América do Sul, Africa e Ásia.
Além de novas evoluções, itens e avatares.


Os novos pokémons serão da segunda geração, que inclui monstrinhos como Chikorita, Tododile e Cyndaquil, além de outros integrantes dos games "Pokémon Gold e Silver". Alguns dos novos pokémons a chegar no app podem ser vistos no trailer de anúncio do update.


Outras mudanças na atualização incluem melhoras na interface, na captura de pokémons e adição de itens como novas Berries, doces, itens de evolução e a tão esperada Master Ball.

A atualização será liberada até o final desta semana em Pokémon GO para Android e iOS.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Criptozoologia - Hipogrifo


Um hipogrifo é uma criatura lendária, supostamente o fruto da união de um grifo e um égua. O poema Orlando Furioso (1516) de Ludovico Ariosto contém uma descrição da criatura (canto IV):
18
Non è finto il destrier, ma naturale,
ch'una giumenta generò d'un Grifo:
simile al padre avea la piuma e l'ale,
li piedi anteriori, il capo e il grifo;
in tutte l'altre membra parea quale
era la madre, e chiamasi ippogrifo;
che nei monti Rifei vengon, ma rari,
molto di là dagli aghiacciati mari.
19
Quivi per forza lo tirò d'incanto;
e poi che l'ebbe, ad altro non attese,
e con studio e fatica operò tanto,
ch'a sella e briglia il cavalcò in un mese:
così ch'in terra e in aria e in ogni canto
lo facea volteggiar senza contese.
Non finzion d'incanto, come il resto,
ma vero e natural si vedea questo.

De acordo com as Lendas de Carlos Magno de Thomas Bulfinch:
Como um grifo, ele tem cabeça de águia, patas munidas de garras e asas cobertas com penas, mas o resto do seu corpo sendo de um cavalo. Este estranho animal é chamado de Hipogrifo.
Outra descrição do hipogrifo pode ser encontrada no poema de Arnold Sundgaard, O Hipogrifo:
Égua e Grifo ao se unir e acasalar
Fazem sua cria curiosa sorte compartilhar.
Cavalo com cascos e cauda ao meio é,
O resto Águia, com garras e unhas até.
Como Cavalo ele gosta no verão
De pastar em prados imersos na cerração,
Voar ainda como Águia lhe apraz
Sobre as nuvens como os sonhos é capaz.
Com tal Besta quedei-me encantado,
O Hipogrifo, assim ele é chamado.


Origens e Caracteristicas:


A razão para sua grande raridade é que grifos desprezam cavalos, os quais consideram com os mesmos sentimentos que um cão tem sobre um gato. Tem sido sugerido que essa idéia era tão forte nos tempos medievais que produziu um ditado, to mate griffins with horses ("acasalar grifos com cavalos"), o que significa mais ou menos o mesmo que o dito contemporâneo "quando as galinhas tiverem dentes". Em conseqüência, o hipogrifo era considerado um símbolo da impossibilidade e do amor. Isto foi supostamente inspirado por trechos dos Ecólogos de Virgílio, tais como acasalar Grifos com éguas e nas eras vindouras, tímidos cervos e mastins juntos virão beber..., os quais também seriam a origem do reputado dito medieval, se de fato houver alguma.
O hipogrifo parecia ser mais fácil de domar do que o grifo. Nas poucas lendas medievais onde é caracterizada esta criatura fantástica, ela é geralmente um animal de estimação de um cavaleiro ou de um feiticeiro. Constituía-se num excelente corcel de batalha, capaz de atingir a velocidade do raio. Do hipogrifo é dito ainda ser onívoro, comendo tanto plantas quanto carne.


Hipogrifos na arte e cultura popular:


Entre outros lugares, os hipogrifos são caracterizados:
Nos temas de combate entre animais nos ornamentos de ouro dos Citas podem ser vistos grifos atacando cavalos.
Em Agesilan de Colchos, uma continuação de 'Amadis de Gaula, publicada em 1530.
No O Verme Ouroboros, de Eric Rucker Eddison, 1922.
Em muitos RPGs. No cenário de campanha Eberron de Dungeons & Dragons, o hipogrifo é a besta heráldica da Casa Vadalis.
Em vários livros da série Xanth de Piers Anthony, particularmente Xap Hippogriff.
No vídeo game Demon's Crest do Super Nintendo, onde há um miniboss alado descrito como um hipogrifo.
Na série de jogos para PC Warcraft, como uma unidade de combate voadora dos Night Elves em Warcraft III, e como transporte de jogadores em World of Warcraft.
Em vários livros da série Harry Potter, bem como no filme Harry Potter e o Prisoneiro de Azkaban, onde foram incluídos hipogrifos como Buckbeak ou Bicuço, propriedade de Hagrid e amigo de Harry. No filme Harry Potter e o Cálice de Fogo, Jarvis Cocker canta uma canção intitulada Do The Hippogriff.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O Misterioso Incidente do Passo Dyatlov


Incidente do Passo Dyatlov foi um acontecimento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959. O incidente aconteceu na costa leste da montanha Kholat Syakhl (Холат Сяхл), cujo nome em mansi significa "Montanha dos Mortos". Desde então, o passo de montanha onde o incidente ocorreu é chamado de Passo Dyatlov (Перевал Дятлова), baseado no nome do líder do grupo, Igor Dyatlov.
A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que os esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas. As autoridades soviéticas determinaram que uma "força desconhecida" provocara as mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.

Antecedentes:


Um grupo foi formado para uma expedição ao norte das Urais, em Oblast de Sverdlovsk. Liderado por Igor Dyatlov, consistia de oito homens e duas mulheres, a maioria estudantes ou graduados do Instituto Politécnico de Ural (atualmente Universidade Técnica Estadual de Ural).
O objetivo da expedição era alcançar Otorten, uma montanha situada 10 quilômetros ao norte do local do incidente. Esta rota, naquela temporada, era classificada como "categoria III", a mais difícil. Todos os integrantes possuíam experiência em excursões de esqui e expedições em montanhas.
O grupo viajou de trem para Ivdel, cidade ao centro da província de Oblast de Sverdlovsk, desembarcando ali em 25 de janeiro. Eles então tomaram um caminhão para Vizhai, o último assentamento inabitado ao norte, começando a marcha em direção a Otorten em 27 de janeiro. No dia seguinte, um dos integrantes, Yuri Yudin, foi forçado a voltar devido a problemas de saúde.
Diários e câmeras encontrados em seu último acampamento tornaram possível rastrear a derradeira rota do grupo no dia anterior ao incidente. Em 31 de janeiro, eles chegaram na beira de um morro e prepararam-se para escalá-lo. Em um vale silvestre, eles estocaram comida e equipamento extra, que seriam utilizados mais tarde na viagem de volta. No dia seguinte, 1 de fevereiro, os esquiadores começaram a descer o passo. Ao que parece eles planejavam atravessar o local e acampar do outro lado durante a noite seguinte, mas devido à piora nas condições meteorológicas, com tempestades de neve e declínio de visibilidade, o grupo acabou se perdendo e seguindo para oeste, subindo em direção ao topo do Kholat Syakhl. Quando perceberam o equívoco, eles decidiram parar e montar acampamento no declive da montanha.

Buscas:


Dyatlov combinou que mandaria uma mensagem telegráfica para seu clube esportivo assim que o grupo retornasse a Vizhai. Estimava-se que isso ocorreria por volta de 12 de fevereiro, mas mesmo com o passar da data não houve reação, pois atrasos eram comuns em expedições desse tipo. Em 20 de fevereiro, depois que familiares dos viajantes exigiram uma operação de resgate, os administradores do instituto enviaram as primeiras equipes de busca, formadas por alunos e professores voluntários. Posteriormente, o exército e forças policiais foram envolvidas, com aviões e helicópteros requisitados a juntar-se à operação.
Em 26 de fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado em Kholat Syakhl. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando apenas roupa de baixo. Entre o pinheiro e o acampamento estavam outros três corpos, mortos em posição que sugeria que estivessem tentando voltar às barracas. Eles foram encontrados separadamente, a distâncias de 300, 480 e 630 metros do pinheiro.
A busca pelos quatro esquiadores restantes levou mais de dois meses. Eles foram finalmente encontrados em 4 de maio, debaixo de quatro metros de neve, em uma ravina embrenhada na mata próxima ao pinheiro.

Investigação:


Um inquérito foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.
O exame dos quatro corpos encontrados em maio mudou completamente o cenário. Três deles apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.
Lev Ivanov, chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e meteorologistas, haviam relatado a visão de "esferas voadoras brilhantes" na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.
Inicialmente, especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.
Evidências sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse baixa (por volta de -25° a -30°C), com tempestade e fortes rajadas de vento, os mortos estavam apenas parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.
O veredito final foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma "força desconhecida". O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959 devido à "ausência de parte culposa". Os documentos relativos ao caso foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990, ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.

Filme:


O mistério da Passagem da Morte

Cinco estudantes norte-americanos viajam para Passagem de Dyatlov em busca de respostas sobre os eventos ocorridos na década de 1950, quando nove esquiadores russos morreram inexplicavelmente. Gravando um documentário, eles percorrem a trilha amaldiçoada dos Montes Urais e logo começam a desconfiar que não estão sozinhos no local.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Conheça o Navio de Guerra NDM Bahia


Lançado ao mar em 1998, o NDM “Bahia” foi projetado para transportar tropas, veículos, helicópteros, munição e provisões diretamente a uma área de operações. O navio se destaca pelo espaço disponível para abrigar helicópteros e por agregar à Força Naval brasileira a importante capacidade para carregar e descarregar material, fabricar água potável dessalinizando água do mar para tropas, pelo mar ou pelo ar, e operar com embarcações de desembarque em mar aberto, especificações preponderantes para a decisão em transferir o meio para o Brasil.


O nome "Bahia" é uma homenagem ao Estado da Bahia, que possui singular importância para a Marinha por sua posição geográfica mediana em relação ao litoral brasileiro, facilitando o deslocamento e atuação de Forças Navais para o Norte/Nordeste ou para o Sul.


O Navio Doca Multipropósito (NDM) “BAHIA” foi adquirido pela Marinha do Brasil (MB), no segundo semestre de 2015, da Marinha Nacional Francesa, onde operava desde o ano de 1998 com o nome “SIROCO”. O NDM “BAHIA” é o sexto navio da MB a ostentar este nome.


O NDM “BAHIA” foi projetado para o transporte e desembarque de tropas, veículos e equipamentos de combate diretamente na área de operações. O navio possui capacidade para carregar e descarregar, pelo mar ou pelo ar, e para operar com embarcações de desembarque em mar aberto, além do horizonte. Desse modo, a incorporação do NDM “BAHIA” reforça a capacidade do Brasil em projetar Poder Naval sobre terra, tarefa executada por meio de operações anfíbias, quando tropas de fuzileiros navais são lançadas do mar sobre uma região litorânea hostil ou potencialmente hostil.

O Navio também contribuirá para o aumento da capacidade da Marinha no controle de áreas afastadas do litoral e do apoio às operações de socorro de instalações no Pré-sal, na defesa das atividades econômicas na nossa “Amazônia Azul”.

Tendo ainda a capacidade de operar como Navio de Comando e Controle de grandes áreas oceânicas e na proteção de plataformas marítimas de petróleo, o NDM “Bahia” contribuirá para o emprego do Poder Naval, na defesa das Águas Jurisdicionais Brasileiras, atuando na garantia dos poderes constitucionais, além de colaborar para a atuação da Marinha em ações sob a égide de organismos internacionais e em apoio à política externa do País. Todas essas possibilidades de emprego estão, no presente, bastante degradadas, em face da postergação do início do Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER), agregada às lacunas operacionais abertas com a baixa do ex-NDD “Rio de Janeiro” e a utilização continuada de meios desatualizados, como o “Ceará”.

Características:


Arquivo Pessoal:

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

CreepyPasta - A Expressão


Um fato intrigante e até hoje sem explicação assustou médicos e enfermeiros do hospital CedarSenai, em 1972.

Conta a história que uma mulher estranha apareceu no hospital, usando roupas brancas manchadas de sangue, mas o que mais chamava a atenção nela é que não parecia humana. A mulher tinha o rosto perfeito, como se fosse uma boneca, mas não tinha sobrancelhas e sua pele era branca, como se estivesse usando muita maquiagem.

Mas a surpresa do rosto de boneca dava lugar ao terror, ao ver suas enormes presas, que escondiam os demais dentes. Ela ainda sangrava muito, de repente jogou o sangue pra fora de sua boca e “entrou em colapso”.

A mulher foi imediatamente levada a um quarto limpo, antes de ser sedada, onde ficou totalmente calma e inexpressiva, sem qualquer reação, quando os médicos resolveram chamar as autoridades.

Ela não falava nada e ninguém conseguia olhar muito tempo para ela, havia algo que causava desconforto em sua aparência.

Já no segundo dia não foi tão fácil, a mulher já apresentava uma força extrema e lutava com os enfermeiros, era necessário duas pessoas para segurá-la. Neste momento seu corpo inexplicavelmente se levantou da cama, seu rosto não tinha expressão alguma. De repente ela sorriu ao olhar para um médico, expressão que ela não havia mostrado até então.

Naquele momento o médico apavorado, gritou ao ver os dentes da mulher, “longos e com pontas afiadas”. Antes que o médico perguntasse “o que diabos é você?”, a mulher “rachou seu pescoço até os ombros para observá-lo, ainda sorrindo”.

Em meio a um silêncio apavorante, a segurança foi chamada, porém a medida que se aproximava do quarto, a mulher avançou “afundando seus dentes na garganta do médico, rasgando sua jugular, causando sua morte por asfixia enquanto ele se engasgava com seu próprio sangue”

A mulher então abaixou-se sobre o corpo do médico, já quando ele estava sem vida e, aproximando-se falou baixo em seu ouvido: “I…am…God…”(Eu…sou…Deus).

A equipe aterrorizada já esperava a morte.

Não se sabe o que aconteceu com a mulher, nunca mais ninguém a viu ou ouviu falar dela.

Uma médica que conseguiu sobreviver a chamou de “A expressão”.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Euthanasia Coaster - A Montanha-Russa da Morte


O Coaster A eutanásia é um conceito de arte para uma montanha-russa de aço projetado para matar seus passageiros. Em 2010, ele foi projetado e transformado em um modelo em escala por Julijonas Urbonas, um doutorando na Royal College of Art em Londres . Urbonas, que trabalhou em um parque de diversões, afirmou que o objetivo de seu conceito montanha-russa é tirar vidas "com elegância e euforia". Como para aplicações práticas do seu design, Urbonas mencionado " eutanásia " ou " execução ". John Allen, que serviu como presidente da Philadelphia Toboggan Empresa , inspirado Urbonas com sua descrição da montanha-russa "final" como aquele que "envia 24 pessoas e todos eles voltar morto".


Projeto:


O conceito de design do layout começa com uma íngreme-angular elevador para os 510 metros (1.670 pés) (0,317 milhas) de topo, o que levaria dois minutos para o 24 passageiros de trem para chegar. A partir daí, a 500 metros (1.600 pés) gota iria apanhar o comboio para 360 quilômetros por hora (220 mph), perto de sua velocidade terminal , antes de achatamento e acelerando no primeiro de seus sete ligeiramente clotóide inversões. Cada inversão teria um menor diâmetro do que o anterior, a fim de manter a letal 10 g para os passageiros quando o comboio perde velocidade. Depois de uma acentuada curva à direita, o trem entraria numa reta, onde a descarga de cadáveres e o carregamento de novos passageiros poderiam ter lugar.


Fisiopatologia:


O Coaster Eutanásia mataria seus passageiros através prolongada hipoxia cerebral , ou fornecimento insuficiente de oxigênio para o cérebro. O passeio sete inversões infligiria 10 g de seus passageiros durante 60 segundos - causando sintomas relacionados com a força g começando com cinza para fora através da visão de túnel para a preto e, eventualmente, g-LOC (g-force induzida perda de consciência). As inversões subsequentes serviria como um seguro contra a sobrevivência não intencional de passageiros particularmente robustos.

Exposição:


O conceito do Urbonas chamou a atenção da mídia quando mostrado como parte da exposição HUMANO + na Galeria da Ciência em Dublin a partir de abril a junho de 2011. A exposição, designado como seu 2011 ' exposição emblemática ' pela Galeria Ciência, tem como objetivo mostrar O futuro dos seres humanos e da tecnologia. Dentro deste tema, o Coaster Eutanásia destaca os problemas que vêm com a extensão da vida. O artigo também foi exibido na HUMANO + exposição no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona em 2015.

Cultura Popular:

Em 14 de Junho de 2013, o grupo de rock norueguês major Parkinson lançou "Roller Coaster Euthanasia", um single digital com letras alusivas ao Coaster de eutanásia de Urbonas.

Lavie Tidhar curta história de Vladimir Chong Opta por Die incorpora Coaster Eutanásia de Urbonas para o final.

Curta-metragem de Glenn Paton H positiva explora as motivações de um homem rico que, ao descobrir que ele está morrendo, as comissões de um arquiteto para construir um Coaster Eutanásia idêntico ao projeto de Urbonas. Embora Urbonas não seja mencionado durante o filme, os créditos finais afirmam que o filme foi baseado no projeto de Urbonas.